quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Ser professor hoje!



Para o professor, na atualidade, o tempo da sala da aula deixa de ser aquele tempo de cumprir com as obrigações, de realizar atividades que se destinam a preencher a carga horária?
Sim ou não, porque?
O professor no início de cada ano letivo escolar é desafiado a organizar o seu plano de trabalho para a classe. Mesmo sem ter contato com a turma, sem conhece-la, ele antecipa o planejamento, o trabalho a ser desenvolvido, preparando cada uma de suas aulas, pensando e decidindo sobre o método a ser utilizado para desenvolver cada conteúdo e escolhendo o material didático que vai usar como suporte para realizar o seu trabalho de ensino.
Mesmo recebendo importantes informações sobre as características e desenvolvimento dos alunos é impossível adiantar o desenrolar antes do início concreto do trabalho do ano letivo.
Quando em sala, na pratica pedagógica, o professor aborda os conteúdos programados e faz uso dos métodos e materiais que organizou, e ainda e ao mesmo tempo redimensiona-os no confronto com a situação e com o momento em que atua.
Ainda, é necessário que refaça a tarefa para atingir os objetivos propostos. Desse modo, a forma de organização vai sendo aperfeiçoada sucessivamente no tempo, permitindo a apropriação do trabalho pelo professor e o enfrentamento dos imprevistos que acontecem na sala de aula.
Concluo, enfatizando que na maioria dos casos, os professores ainda ficam atrelados as normas impostas pelas escolas ao conduzir suas aulas, mas o docente contemporâneo precisa se adequar igualmente a uma nova realidade onde muitas vezes sua programação deverá ser adequada aos anseios da turma.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Síntese reflexiva.

No início do semestre, fomos desafiadas a expor nossas ideias sobre o que é e qual o significado de redigir uma síntese reflexiva do semestre. Após ouvirmos as colocações da professora e dos colegas, podemos dizer que é onde conseguimos articular conceitos estudados, de forma que sejam acrescentados na prática e vinculados com todas as disciplinas, de forma pluridisciplinar. Dessa forma construimos um texto em que este procedimento se faz evidente.Aprendemos e retomamos os conceitos de forma reflexiva, mais analítica e com uma visão mais crítica de um todo, nossa postura em sala de aula e até mesmo como acadêmica,  é retomada e percebida através da organização de nossa apresentação. Mesmo não sendo a primeira que redigimos, a maior dificuldade ainda  é a de se colocar como protagonista.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

A Escrita no Portfólio.

Iniciamos o Eixo IV , com a Interdisciplina Seminário Integrador, e a professora Simone nos levou a pensar e dialogar sobre nossas postagens, escritas e aprendizagens no blog.
O blog, ou portfólio de aprendizagens,no meu entendimento é onde organizamos nossos pensamentos, expomos nossas aprendizagens, lincando teoria e prática, através das evidencias. Aprendemos a pesquisar e nos tornar autores de nossas reflexões com embasamento teórico. Ainda que em muitos momentos temos dificuldades com a organização do pensamento, a qualidade das postagens, vídeos e todos os recursos que dispomos para qualificá-las.É nele que exercitamos a interdisciplinariedade e um lugar de pensar na transversalidade.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Minha infância, experiências pessoais com jogos e brincadeiras.


RECORDAÇÕES


Os jogos e as brincadeiras, certamente contribuíram muito na minha formação como pessoa, possibilitaram vivências e experiências em relação a imaginação, fantasia, símbolos e a realidade compartilhada com os outros ( irmãos e colegas).Pude experimentar o ganhar e o perder e a cumprir regras. 
Os sentimentos de respeito com o outro, a resolução de conflitos e entender e respeitar a opinião do outro. Jogos e brincadeiras permitem o exercício da socialização do ser humano. Tenho ótimas recordações da minha infância em relação ao brincar. 
Nasci e cresci numa casa com pátio grande, cercada por jardins e muitas árvores.Eu e mais duas irmãs que temos pouca diferença de idade, brincávamos sempre juntas. Lembro de brincadeiras como esconde esconde, pega pega, bolitas, pular corda, caçador, mas principalmente de "casinha". 
Nesta última, disputávamos o papel de "mamãe" o qual era a nossa preferência. Era um faz de conta extremamente prazeroso onde sem saber, estávamos desenvolvendo habilidades e valores, os quais certamente levamos para toda a vida.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Música, aprendizagens do semestre.

Na interdisciplina de música tivemos a oportunidade de reforçar e reconhecer o quão importante ela é para a formação e socialização das crianças na escola básica.
Nossos alunos,quando chegam na Educação Infantil, trazem consigo suas experiências e vivências músico-vocais, pois em casa ou nos diversos lugares que frequentam, ouvem e cantam suas músicas preferidas.Quantas vezes apresentamos uma canção para ensaiar, e os alunos já conhecem a letra e a melodia?Entendemos então,que cada um tem suas experiências pessoais em relação a musicalidade. Logo ao nascer, as mães entoam canções para o bebê dormir ou se acalmar e isto segue por toda a vida com canções aprendidas pelo rádio, TV, escola, festa, trabalho, igreja, etc...
As músicas e ou canções nos transmitem alegria ou tristeza, descontração, apreciação e ou comemoração.
Faço referência especial, de quando eu atuava em sala de aula com 2º ano e fazíamos apresentações em datas comemorativas. Meus alunos, quase na totalidade da turma, ficavam muito motivados e participavam ativamente dos ensaios.Também, sentiam-se importantes quando eu solicitava suas opiniões na seleção das músicas.Nossas apresentações eram muito lindas e as famílias que vinham assistir demonstravam grande emoção ao ver seus pequenos se apresentando tão lindamente.As crianças ao se apresentarem, cantando e coreografando as letras, desenvolvem suas potencialidades, o que também contribui para uma aprendizagem significativa e prazerosa. Ainda reconhecem valores como respeito, cooperação e solidariedade.
Segundo Mejiá (2008, p. 241) "cantar supõe um ato afetivo e de expressão de estados de ânimo, implicações grupais, lúdicas e afetivas".
Tive a oportunidade de vivenciar, recordar e cantar algumas músicas e cantigas de rodas de minha infância, o que foi muito bom, voltei no tempo.
O material escrito, atividades , fóruns e vídeos foram bem esclarecedores e certamente úteis para nos acompanhar na nossa prática docente.
Finalizando, agradeço aos professores, tutores e colegas pelas trocas e oportunidades de aprender!

terça-feira, 7 de junho de 2016

Desenvolvimento através de jogos e brincadeiras.

Observei durante alguns dias a mesma cena. Alunos do 6º ano e outros menores, ao sairem da sala de aula no final da manhã se dirigem a rampa de acessibilidade e jogam cartas.Ficam por vários minutos concentrados, alheios ao barulho e movimento dos colegas e pais neste horário no pátio e ao toque da sirene anunciando o final da aula.Eles continuam ali jogando.Os pais entram e convidam-os para irem para casa e tem dificuldades de serem ouvidos.Eu entro em cena, aviso, chamo e dou o ultimato:-Vou fechar o portâo! Só assim, para encerrarem o jogo e voltarem para casa.
Realmente, jogos e brincadeiras são importantes na infância e refletem positivamente na vida adulta das pessoas.
Há comprovações científicas, que pessoas adeptas a jogos, mantém o cérebro ativo e ainda evitam algumas doenças.Brincadeiras, servem como exercício físico e mantém as pessoas joviais, mais saudáveis e há considerável melhora do humor e ainda eleva sua auto estima.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

LIBRAS.



Tivemos no início do mês de maio, nossa primeira aula presencial da interdisciplina de Libras e também a minha primeira experiência com a língua de sinais.      
A professora Bianca Ribeiro Pontim se apresentou usando a língua de sinais, pois é surda, filha de pais surdos. Me impressionou pela desenvoltura, habilidade e com as visíveis demonstrações de alegria e disponibilidade conosco em aula. Nos esclareceu que o surdo não sente falta da audição.
Na escola onde atuo, temos uma aluna surda. A mãe da mesma não permite que ela seja iniciada em Libras, faz uso de aparelho auditivo e aguarda a colocação de implante coclear.Diante dessa situação da aluna, ela não é uma inclusão na escola e sim excluída pois deveria frequentar uma escola de surdos e participar da comunidade surda, o que não acontece pois os familiares não aceitam.         Com a inclusão em nossas escolas, necessitamos o conhecimento de libras para poder trabalhar e orientar as famílias de surdos.Considero de muita importância na nossa formação acadêmica e profissional.
       

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Brincar é coisa séria.

Brincar é coisa séria, sim.São atividades onde as crianças desenvolvem suas potencialidades, descobrem outros papéis, limites, adquire novas habilidades, aprende a viver, forma um novo conceito de si mesma e avança para novas etapas de domínio do mundo que a envolve.
A criança em suas brincadeiras se dedica com muita seriedade e não admite ser interrompida, reage ignorando a interrupção e fica irritada.Percebemos aí que esta atividade não é mero divertimento, é muito mais.Portanto, brincar é o trabalho da criança, um ato sério.
Reforçando o que algumas colegas comentaram, crianças oriundas de comunidades extremamente carentes, ao brincar, transportam-se para outras realidades onde partilham e compartilham experiências e vivências de um mundo imaginário mais divertido e mais feliz do que o seu dia a dia.



quinta-feira, 28 de abril de 2016

Brincar é importante? Por quê?


Sim, brincar é muito importante.Estimular o brincar é essencial para que a criança possa se desenvolver melhor.Quando os pais, por desconhecimento muitas vezes, acabam programando uma agenda de compromissos formais para as crianças, prejudicam o desenvolvimento das mesmas.Podemos citar os principais motivos porque o brincar é importante:
-combate a obesidade
-promove o autoconhecimento
-estimula competências socioemocionais
-gera resiliência
-estimula o respeito
-desenvolve a atenção e autoconhecimento
-alegra a criança
-incentiva o trabalho em equipe
-estimula o raciocínio
-promove a criatividade
-estabelece regras e limites.
Também, no brincar, muitas vezes é onde é exercitado uma futura profissão. Onde se constrói conceitos, aprende-se a respeitar o colega e compartilhar emoções. Onde se demonstra sentimentos como alegria,tristeza e fracassos. Também é uma necessidade biológica que auxilia na formação do cérebro e que fortalece as relações socioafetivas, explorando aspectos como autocontrole, cooperação e negociação. Portanto vamos estimular e permitir que nossas crianças brinquem.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Musicalidade

Musicalidade Humana e experiências pessoais.

Musicalidade:Particularidade, característica ou estado do que é musical;
Tendência natural, sensibilidade ou talento para criar ou tocar música;
Conhecimento sobre música;
Ritmo;
Gosto muito de música e mais ainda de cantar. Desde pequena, cantava na escola e guardo boas lembranças das canções que ensaiávamos para apresentações em datas comemorativas.Minha professora do primeiro ano, cantava maravilhosamente bem.Sem dificuldades, lembro e ouço ainda a sua voz entoando "Escravos de Jó".
Na adolescência, participei de festivais da canção, apesar de ser muito tímida.Gostaria ainda de participar de um coral e estudar mais sobre canto e ou música para usar mais adequadamente minha voz, pois sou uma apaixonada por esta arte.
A música nos traz lembranças boas ou ruins, saudades e emoções.Podemos, ainda sentir alegria, tristeza, sorrir ou chorar através da música...

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Fábulas.

Minhas reflexões e aprendizagens a partir da leitura do texto de Luís Camargo "A Narrativa Fabulística"
O texto iniciou, evidenciando a citação onde os antigos definiam fábula como sendo "uma história mentirosa que mostra uma verdade".
Fábulas são histórias curtas e por serem assim, podem ser facilmente memorizadas. O autor sugere que nas séries  do Ensino Fundamental, solicitemos as crianças que reescrevam as fábulas que lemos para elas. Importante solicitar que desenhem o que mais lhes chamou a atenção. A reescrita permite que avaliemos a compreensão do texto e também para a criança exercitar e flexibilizar sua escrita, aprendendo que um mesmo conteúdo pode ser expresso de maneiras diferentes.
Saliento que  alguns procedimentos que podemos visualizar nas reescritas infantis como a substituição de palavras por sinônimos, a adição de palavras ou informações relevantes, a subtração de palavras e a mudança na ordem de palavras ou frases.
Após reescreverem, os alunos podem trocar seus textos.
Vimos também no texto que as fábulas geralmente apresentam animais como personagens. Eles tem características humanas, e isto é conhecido como personificação. Entendi também que para as crianças inventarem uma fábula, eles precisam ter lido, ouvido e assistido muitas fábulas. Isto qualifica sua escrita.
As fábulas foram inventadas na Grécia e India, por isso fazem referência a animais, plantas e costumes dessas regiões. Nelas também costumam  ficar evidentes um ponto de vista ou opinião o qual é denominado lição ou moral. Nas fábulas Hindu, a característica principal é a quantidade de provérbios incluídos no corpo da fábula, ao contrário da esópica em que a moral aparece no começo ou no fim.
E para finalizar, o autor sugere atividades para trabalhar com estas histórias em sala de aula e como tornar estas atividades prazerosas, diversificadas  e significativas envolvendo a classe toda.


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Narrativa.

Na interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem, foi solicitado que criássemos uma pequena narrativa com elementos estudados nas aulas. Compartilho o que escrevi, timidamente!

Rúbia e seu gatinho.

Numa bela e ensolarada manhã de sábado, Rúbia, uma pequena menina, estava na casa de sua avó e decidiu sair com seu gatinho de estimação.
Enquanto sua avó estava costurando, ela tranquilamente falou:
- Vovó, vou sair com meu gatinho!
A avó ficou surpresa, por imaginar que sua neta já estava namorando. Ela pensou:
- Como assim! Minha netinha já está ficando uma mocinha!
Mas a avó pensou equivocadamente, pois Rúbia saiu com seu gatinho de estimação, e agora ele dormia bem tranquilo e confortável no seu colo.