quarta-feira, 25 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Brincar é coisa séria.
Brincar é coisa séria, sim.São atividades onde as crianças desenvolvem suas potencialidades, descobrem outros papéis, limites, adquire novas habilidades, aprende a viver, forma um novo conceito de si mesma e avança para novas etapas de domínio do mundo que a envolve.
A criança em suas brincadeiras se dedica com muita seriedade e não admite ser interrompida, reage ignorando a interrupção e fica irritada.Percebemos aí que esta atividade não é mero divertimento, é muito mais.Portanto, brincar é o trabalho da criança, um ato sério.
Reforçando o que algumas colegas comentaram, crianças oriundas de comunidades extremamente carentes, ao brincar, transportam-se para outras realidades onde partilham e compartilham experiências e vivências de um mundo imaginário mais divertido e mais feliz do que o seu dia a dia.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Brincar é importante? Por quê?
Sim, brincar é muito importante.Estimular o brincar é essencial para que a criança possa se desenvolver melhor.Quando os pais, por desconhecimento muitas vezes, acabam programando uma agenda de compromissos formais para as crianças, prejudicam o desenvolvimento das mesmas.Podemos citar os principais motivos porque o brincar é importante:
-combate a obesidade
-promove o autoconhecimento
-estimula competências socioemocionais
-gera resiliência
-estimula o respeito
-desenvolve a atenção e autoconhecimento
-alegra a criança
-incentiva o trabalho em equipe
-estimula o raciocínio
-promove a criatividade
-estabelece regras e limites.
Também, no brincar, muitas vezes é onde é exercitado uma futura profissão. Onde se constrói conceitos, aprende-se a respeitar o colega e compartilhar emoções. Onde se demonstra sentimentos como alegria,tristeza e fracassos. Também é uma necessidade biológica que auxilia na formação do cérebro e que fortalece as relações socioafetivas, explorando aspectos como autocontrole, cooperação e negociação. Portanto vamos estimular e permitir que nossas crianças brinquem.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Musicalidade
Musicalidade Humana e experiências pessoais.
Musicalidade:Particularidade, característica ou estado do que é musical;
Tendência natural, sensibilidade ou talento para criar ou tocar música;
Conhecimento sobre música;
Ritmo;
Gosto muito de música e mais ainda de cantar. Desde pequena, cantava na escola e guardo boas lembranças das canções que ensaiávamos para apresentações em datas comemorativas.Minha professora do primeiro ano, cantava maravilhosamente bem.Sem dificuldades, lembro e ouço ainda a sua voz entoando "Escravos de Jó".
Na adolescência, participei de festivais da canção, apesar de ser muito tímida.Gostaria ainda de participar de um coral e estudar mais sobre canto e ou música para usar mais adequadamente minha voz, pois sou uma apaixonada por esta arte.
A música nos traz lembranças boas ou ruins, saudades e emoções.Podemos, ainda sentir alegria, tristeza, sorrir ou chorar através da música...
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Fábulas.
Minhas reflexões e aprendizagens a partir da leitura do texto de Luís Camargo "A Narrativa Fabulística"
O texto iniciou, evidenciando a citação onde os antigos definiam fábula como sendo "uma história mentirosa que mostra uma verdade".
Fábulas são
histórias curtas e por serem assim, podem ser facilmente memorizadas. O autor
sugere que nas séries do Ensino
Fundamental, solicitemos as crianças que reescrevam as fábulas que lemos para
elas. Importante solicitar que desenhem o que mais lhes chamou a atenção. A
reescrita permite que avaliemos a compreensão do texto e também para a criança
exercitar e flexibilizar sua escrita, aprendendo que um mesmo conteúdo pode ser
expresso de maneiras diferentes.
Saliento que alguns procedimentos que podemos visualizar nas
reescritas infantis como a substituição de palavras por sinônimos, a adição de
palavras ou informações relevantes, a subtração de palavras e a mudança na
ordem de palavras ou frases.
Após
reescreverem, os alunos podem trocar seus textos.
Vimos também no
texto que as fábulas geralmente apresentam animais como personagens. Eles tem
características humanas, e isto é conhecido como personificação. Entendi também
que para as crianças inventarem uma fábula, eles precisam ter lido, ouvido e
assistido muitas fábulas. Isto qualifica sua escrita.
As fábulas foram
inventadas na Grécia e India, por isso fazem referência a animais, plantas e
costumes dessas regiões. Nelas também costumam
ficar evidentes um ponto de vista ou opinião o qual é denominado lição
ou moral. Nas fábulas Hindu, a característica principal é a quantidade de
provérbios incluídos no corpo da fábula, ao contrário da esópica em que a moral
aparece no começo ou no fim.
E para
finalizar, o autor sugere atividades para trabalhar com estas histórias em sala
de aula e como tornar estas atividades prazerosas, diversificadas e significativas envolvendo a classe toda.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Narrativa.
Na interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem, foi solicitado que criássemos uma pequena narrativa com elementos estudados nas aulas. Compartilho o que escrevi, timidamente!
Rúbia e seu gatinho.
Numa bela e ensolarada manhã de sábado, Rúbia, uma pequena menina, estava na casa de sua avó e decidiu sair com seu gatinho de estimação.
Enquanto sua avó estava costurando, ela tranquilamente falou:
- Vovó, vou sair com meu gatinho!
A avó ficou surpresa, por imaginar que sua neta já estava namorando. Ela pensou:
- Como assim! Minha netinha já está ficando uma mocinha!
Mas a avó pensou equivocadamente, pois Rúbia saiu com seu gatinho de estimação, e agora ele dormia bem tranquilo e confortável no seu colo.
quinta-feira, 31 de março de 2016
POESIA: Convite
quarta-feira, 23 de março de 2016
KARU TARU
Análise do Livro de Literatura infanto juvenil “Karu Taru”.
O livro escolhido é indicado para a leitura de crianças de 5º ano, pois a história é um pouco longa e imbuída de inúmeros detalhes e descrições sobre como se processa entre as tribos indígenas, a escolha de um pajé.
O autor de “Karu Taru”, é indígena e escreve livros para jovens e crianças inspirado na sua própria história de vida. Histórias que transmitam a verdadeira realidade do índio brasileiro.
O livro escolhido conta como o pequeno Karu Taru foi escolhido para ser o sucessor do pajé, o qual é a figura mais importante e poderosa da aldeia.
Com nove anos de idade, ele já começa a passar por rituais e experiências para mais tarde assumir esta responsabilidade.
O menino andava um pouco triste, pois seus desafios eram diferentes daqueles dos outros meninos da tribo. Ser pajé, exige muito, é uma tarefa árdua, precisa aprender a ouvir as outras pessoas e falar com os espíritos no mundo dos sonhos. Estes aprendizados exigem sacrifícios: solidão, sofrimento, silêncio, paciência e sobriedade de quem foi escolhido. Precisará aprender sobre a cultura indígena como liberdade, educação, a vida em comunidade e a relação com o tempo Karu terá de passar por rituais e receberá muitas informações para no futuro ser um grande pajé. Isto será possível quando chegar a idade adulta e tiver criado seus filhos.
Ao longo da história, o pequeno passa por muitas experiências e ensinamentos para que no futuro possa desempenhar com conhecimento e dedicação a missão que lhe foi confiada.
Por enquanto, Karu Taru é apenas uma criança.
Razões da escolha:
Por se tratar da questão indígena e como se processa a escolha de um pajé, a qual tem uma ciência, uma explicação clara e uma importância fundamental nas comunidades indígenas.
Também escolhi, pois foi sugestão escolhermos um livro que tratasse do tema o qual se encaixou plenamente.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Literatura e as diferenças.
Literatura e as diferenças.
Importante ressaltar que o assunto “diferenças” não é novo e a literatura já abordava o mesmo. Mas, na última década, notou-se uma preocupação maior com a formação das nossas crianças e como esse assunto é abordado. Diante dessa realidade, muitos livros foram editados sobre a temática com a intenção de formar cidadãos “críticos e criativos”.
A literatura é um dos elementos fundamentais da escola, pois é na leitura que o aluno amplia sua visão de mundo e onde podemos dizer que está o “ papel educativo”, visto que aprimora o ser humano enquanto sujeito.
Diante deste papel que a literatura ocupa, ela permitiu que nossos alunos tenham contato com a realidade, com diferentes visões de mundo, outros lugares, tempos e modos de agir e ser. A literatura é uma das maneiras possíveis de conhecer e compreender o mundo, um ato de desvendamento de si. E neste caminho que penso na literatura como caminho possível e interessante para “pensar e questionar” determinados temas, e neste caso, questões ligadas à diferença.
Quando em sala de aula, trabalhei com o clássico da literatura infantil, “O patinho feio”, o qual chama a atenção para a temática da diferença e mostra ser um assunto tratado há bastante tempo. Evidencia então, que apesar do enfoque diferenciado das discussões hoje em dia, a diferença é pensada no mundo social e cultural há tempos. Esta história tem sido vista por gerações como uma fonte de consolo para os que sofrem sentimento de inadequação ou isolamento. Ela transmite uma mensagem evidente sobre autoestima, status social e promessa de transformação.
Na história, o “patinho feio” que nasceu diferente de seus irmãos, sofre muito, tenta encontrar um grupo com características semelhantes às suas. O desfecho final é quando o patinho se transforma num belo cisne e fica bonito pelo fato de ser igual a todos do seu novo grupo. Dessa forma, ao longo da história, o patinho vivia isolado, discriminado devido a sua diferença em relação aos outros animais, sendo aceito somente pelos que são semelhantes a ele, os cisnes.
Nós professores, devemos então ter uma postura que respeite a literatura como arte e que possibilite reflexões sobre ela. Ainda, podemos e devemos utilizá-la para abordar e questionar junto aos alunos a história em si, seus valores, preconceitos, estereótipos e identidades.
Finalizando, o mesmo livro que diverte o público infantil é também um instrumento importante para ensinar conhecimentos que a criança vai acrescentando a sua bagagem cultural e dessa forma compreendendo e elaborando o mundo em que vive.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Erotização de corpos infantis
Nome:
Marisa
Kriese da Silva
Turma:
D
Tarefa:
Construa
um pequeno texto que você analise a propaganda que você selecionou considerando
os conceitos de gênero e sexualidade tal como propostos pelas autoras no texto.
Para esta composição escrita, observe com atenção os
modos como o movimento analítico é realizado por Jane Felipe e Bianca Guizzo no
texto.
A propaganda selecionada é de uma campanha do dia das
crianças da Courofino, uma marca de calçados do estado do Ceará (BR). As duas
imagens que foram veiculadas, mostram uma menina maquiada, utilizando colares, pulseiras,
sapatos de salto, desnuda, usando apenas uma calcinha branca em poses
erotizadas.
A imprensa comercializa produtos para o consumo de
adultos e coloca a menina extremamente erotizada em uma situação absolutamente
desnecessária.
Conforme o artigo de Jane Felipe e Bianca Salazar Guizzo
discute-se a sexualidade e onde a pedofilia é amplamente comentada e divulgada
pela imprensa. As autoras citadas definem pedofilia como sendo práticas sádicas
com crianças ou até mesmo pela contemplação de fotos sensuais de meninas e
adolescentes, e que podemos sim, interpretar nas fotos da referida campanha.
Nos dias atuais estas práticas são consideradas doentias
e isto é bem recente. As autoras ainda abordam o conceito de gênero, o qual
surgiu para se contrapor a idéia de uma essência (masculina ou feminina)
natural, universal e imutável enfatizando os processos de construção ou
formação histórica, linguística e socialmente determinada.
Diante destas reflexões e colocações torna-se necessário
estabelecermos um amplo debate sobre as relações de poder socialmente
construídas e reforçadas entre homens e mulheres, adultos e crianças,
especialmente dentro das famílias.
Em geral, a sociedade nem se dá conta do quanto ela
própria está produzindo novas identidades sexuais e de gênero a partir da
objetificação de seus corpos.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Fechamento: Fundamentos da alfabetização
Como já relatei, atualmente não estou atuando em sala de aula, mas em funções administrativas, mesmo assim na minha escola, observo e acompanho as classes de alfabetização.
Os assuntos abordados nesta interdisciplina foram muito interessantes, esclarecedores, adequados e sinalizaram com várias possibilidades de desenvolver práticas de alfabetização no dia-a-dia da sala de aula.Vimos que é possível pensarmos em várias atividades e jogos neste sentido, contudo, é fundamental reconhecer a alfabetização enquanto processo de responsabilidade de toda a equipe escolar ou seja, não devemos pensar em atividades isoladas e sem continuidade.
Como o assunto é complexo, vasto e de importância vital pois envolve a apropriação da leitura e da escrita pelos nossos educandos, devemos avançar ainda mais nossos estudos, aprendizagens práticas e trocas de experiências no decorrer dos próximos semestres...
Obrigada por todas as oportunidades de aprender, professora e sua equipe!!!
sábado, 31 de outubro de 2015
Educação Pública
http://blogdotarso.com/2013/03/28/finlandia-a-melhor-educacao-do-mundo-e-100-estatal-gratuita-e-universal/

A Finlândia tem a melhor educação do mundo. Lá todas as crianças tem direito ao mesmo ensino, seja o filho do empresário ou o filho do garçom. Todas as escolas são públicas-estatais, eficientes, profissionalizadas. Todos os professores são servidores públicos, ganham bem e são estimulados e reconhecidos. Nas escolas há serviços de saúde e alimentação, tudo gratuito.
Na Finlândia a internet é um direito de todos.
A Finlândia se destaca em tecnologia mais do que os Estados Unidos da América.
Sim, na Finlândia se paga bastante imposto: 50% do PIB.
O país dá um banho nos Estados Unidos da América em matéria de educação e de não corrupção.
Na Finlândia se incentiva a colaboração, e não a competição.
Mas os neoliberais-gerenciais, privatistas, continuam a citar os EUA como modelo.
Difícil o Brasil chegar perto do modelo finlandês? Quase impossível. Mas qual modelo devemos perseguir? Com certeza não pode ser o da privatização.
sábado, 24 de outubro de 2015
Infância e pós-modernidade
FICHAMENTO
1-Caracterize três marcas do que
se entende por pós-moderno.
Lyotard definiu pós-moderno como
“A incredulidade em relação às metas narrativas”. Com isso ele queria dizer que
a experiência da pós-modernidade decorreria da perda de nossas crenças em
visões totalizantes da história que prescreviam regras de conduta, politica e
ética para toda a humanidade.
Lipovetsky destaca que o termo
pós-moderno pretendeu qualificar o estado cultural da sociedade. Classificou
como um período de transição. Ele relata que o mundo foi sacudido e abalado,
mas as características principais da modernidade não desapareceram.
Lemert discute o termo como algo
que não cumpriu as promessas da modernidade. Que as pessoas não se iludam em
relação a um mundo melhor.
2-O que significa pensar o tempo
atual como base no binômio solidez/liquidez?
Solidez: Tempos em que tínhamos
um planejamento de vida pautados na organização a longo prazo, firme e sólido
e, que a modernidade se encarregou de derreter isso.
Liquidez: Significa que o tempo
atual é de uma sociedade onde as relações são fluidas, frágeis. A sociedade
onde a amizade de ambas as partes matariam ou morreriam uma pela outra, a qual
já não existe mais.
3-Explique a frase “A mídia tem
sido uma das principais produtoras das representações que compartilhamos (p79).
Para construir sua resposta utilize-se do exemplo da representação do corpo”
oferecido pela autora (p.79/80).
A mídia certamente define nos
nossos dias a forma como vivemos e, inclusive como relata Sarlo (2000) onde
corpo saudável não é mais aquele que goza de ótima saúde, mas principalmente
aquele que é “belo e jovem”. Para alcançarmos beleza e juventude, devemos,
segundo esses padrões de exigência, consumir alimentos, roupas, procedimentos
estéticos e ou cirúrgicos para atingir o corpo ideal.
4-Considerando as discussões que
o texto oferece, como as crianças se veem hoje implicadas numa sociedade do
consumo?
As crianças, segundo Momo, são
extremamente consumistas, inclusive as de poder aquisitivo baixo. Aquelas de
classe social elevadas realmente tem acesso a tudo o que a mídia oferece
enquanto as de classes menos favorecidas consomem também, mas através de
representações e significados dos bens materiais oferecidos pela propaganda que
veicula na televisão e nas demais mídias. Estas crianças apresentam
comportamentos imediatistas em relação ao querer e ter tudo, não valorizar o
que tem e estarem em estado de insatisfação constante.
Assinar:
Postagens (Atom)




